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Esboços das mensagens da série "Amar como Jesus em um mundo fragmentado":
Dia 22/4/2018:
Aproveite todas as oportunidades para servir com amor
Sobretudo, amem-se sinceramente uns aos outros, porque o amor perdoa muitíssimos pecados” (1 Pedro 4.8). 
1 Pedro 4.7-8 
A vida cristã consiste essencialmente em assumir o DESAFIO de amar em meio a um mundo marcado por situações que não são amáveis.
Somente pessoas que amam são capazes de desenvolver ATITUDES que promovem transformações e libertação.
Motivações para servir em amor:
a) Cristo deixou o EXEMPLO – Jesus empreendeu todas as suas forças para amar. “Portanto, uma vez que Cristo sofreu corporalmente, armem-se também do mesmo pensamento, pois aquele que sofreu em seu corpo rompeu com o pecado” (1 Pedro 4.1).
b) O nosso TEMPO é breve – Devemos aproveitar todo o tempo que temos para demonstrar amor, não só porque a vida passa muito rápido, mas também porque vivemos no limiar da vida humana. “para que, no tempo que lhe resta, não viva mais para satisfazer os maus desejos humanos, mas sim para fazer a vontade de Deus” (1 Pedro 4.2).
O amor pregado pelo evangelho é diferente do amor ensinado pela cultura greco-romana. O Novo Testamento emprega a palavra ágape para descrever o amor, e a cultura greco-romana preferia a palavra eros. Ágape é amor que se doa gratuitamente, eros é desejo que resulta de uma carência.
Jesus deixou o ensino básico:
O meu mandamento é este: amem-se uns aos outros como eu os amei” (João 15.12).
Empecilhos para o serviço amoroso:
a) Os DESEJOS maus – A vida fora do evangelho envolve uma moralidade estranha aos ensinos de Jesus. “No passado vocês já gastaram tempo suficiente fazendo o que agrada aos pagãos. Naquele tempo vocês viviam em libertinagem, na sensualidade, nas bebedeiras, orgias e farras, e na idolatria repugnante” (1 Pedro 4.3).
b) O MEDO – Quem assume o compromisso de uma vida de acordo com a moral que emerge do evangelho corre o risco de não ser compreendido. “Amados, não se surpreendam com o fogo que surge entre vocês para os provar, como se algo estranho lhes estivesse acontecendo” (1 Pedro 4.12).
c) A OPOSIÇÃO – A vida cristã autêntica está na contramão dos valores da cultura contemporânea. Se você é um cristão e está confortável com isso, há alguma coisa errada com seu modo de viver no mundo. “Se vocês são insultados por causa do nome de Cristo, felizes são vocês, pois o Espírito da glória, o Espírito de Deus, repousa sobre vocês” (1 Pedro 4.14).
A superação do que nos impede de viver uma vida cristã dinâmica e autêntica deve ser constante e permanente.
Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta, tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé [...]” (Hebreus 12.1,2).
Como aproveitar bem as oportunidades:
a) ORAR – A oração é resultado do reconhecimento de que não temos todas as respostas e nem todos os recursos para uma vida autêntica. “O fim de todas as coisas está próximo. Portanto, sejam criteriosos e sóbrios; dediquem-se à oração” (1 Pedro 4.7).
b) Viver em COMUNHÃO – O significado da hospitalidade é a capacidade de acolher o outro como ele é. “Sejam mutuamente hospitaleiros, sem reclamação” (1 Pedro 4.9).
c) AMAR – O amor é uma atitude, e não um sentimento. O sentido prático do amor cristão envolve a nossa relação com o outro. “Sobretudo, amem-se sinceramente uns aos outros, porque o amor perdoa muitíssimos pecados” (1 Pedro 4.8).
d) SERVIR – Nossos talentos e os dons com que Deus capacita seus filhos são para construir uma vida comum significativa. “Cada um exerça o dom que recebeu para servir aos outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas” (1 Pedro 4.10).
e) TESTEMUNHAR – O seguimento de Jesus envolve um custo: colocar a vida inteira a serviço do seu Reino. “Contudo, se sofre como cristão, não se envergonhe, mas glorifique a Deus por meio desse nome” (1 Pedro 4.16).
Conclusão
Viver de um modo cristão em uma sociedade não cristã é um grande desafio para o qual não estamos capacitados. Por isso mesmo, devemos recorrer ao cuidado divino constantemente.
Por isso mesmo, aqueles que sofrem de acordo com a vontade de Deus devem confiar suas vidas ao seu fiel Criador e praticar o bem” (1 Pedro 4.19).
Dia 15/4/2018:
Seja um agente do bem
Antes, santifiquem Cristo como Senhor no coração. Estejam sempre preparados para responder a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês” (1 Pedro 3.15). 
1 Pedro 3.14-17 
O mundo carece de pessoas que promovam o BEM.
O princípio da ação cristã é universal e corresponde a uma necessidade humana.
Afaste-se do mal e faça o bem; busque a paz com perseverança” (1 Pedro 3.11).
Fazer o bem é essencial para que possamos experimentar uma vida mais justa, digna e feliz.
Pois, ‘quem quiser amar a vida e ver dias felizes, guarde a sua língua do mal e os seus lábios da falsidade’” (1 Pedro 3.10).
Pedro nos lembra que Deus VALORIZA a prática do bem e a recompensa.
Porque os olhos do Senhor estão sobre os justos e os seus ouvidos estão atentos à sua oração, mas o rosto do Senhor volta-se contra os que praticam o mal” (1 Pedro 3.12).
A maior razão para que possamos ter uma vida como agentes do bem como seguidores de Jesus é o fato de que a fé cristã não se baseia em aparência, mas em uma experiência interior, de mudança de consciência.
E isso é representado pelo batismo que agora também salva vocês — não a remoção da sujeira do corpo, mas o compromisso de uma boa consciência diante de Deus — por meio da ressurreição de Jesus Cristo” (1 Pedro 3.21).
Há um CUSTO que precisa ser assumido para que o bem prevaleça no mundo, e esse custo os cristãos têm o compromisso de assumir.
Todavia, mesmo que venham a sofrer porque praticam a justiça, vocês serão felizes. ‘Não temam aquilo que eles temem, não fiquem amedrontados’” (1 Pedro 3.14).
Como você pode se tornar um agente do bem sendo um seguidor de Jesus?
1. Promova o bem em sua FAMÍLIA.
A família é o espaço para desenvolver a prática do bem, pois é nela onde enfrentamos nossos maiores conflitos.
A expressão “do mesmo modo” que inicia os versículos 1 e 7 demonstra bem que a responsabilidade de promover o bem em família é mútua.
“[...] sejam sábios no convívio [...]” (1 Pedro 3.7).
2. Persevere em promover UNIDADE em meio à diversidade.
Há mais coisas que nos unem do que nos afastam uns dos outros.
Quanto ao mais, tenham todos o mesmo modo de pensar, sejam compassivos, amem-se fraternalmente, sejam misericordiosos e humildes” (1 Pedro 3.8).
3. Desenvolva RELACIONAMENTOS saudáveis.
Atitudes como gratidão, generosidade e respeito são essenciais em qualquer relacionamento.
Se você não consegue fazer isso de boa vontade, é melhor manter o silêncio.
Não retribuam mal com mal nem insulto com insulto; pelo contrário, bendigam; pois para isso vocês foram chamados, para receberem bênção por herança” (1 Pedro 3.9).
4. Desenvolva uma ESPIRITUALIDADE mais humana.
Uma espiritualidade que afronta e agride o outro está longe do ideal proposto pelo Evangelho.
Você precisa demonstrar com a vida que vale a pena seguir Jesus e ajustar a vida a seus ensinos.
Antes, santifiquem Cristo como Senhor no coração. Estejam sempre preparados para responder a qualquer que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês. Contudo, façam isso com mansidão e respeito, conservando boa consciência, de forma que os que falam maldosamente contra o bom procedimento de vocês, porque estão em Cristo, fiquem envergonhados de suas calúnias. (1 Pedro 3.15-16).
5. Siga o EXEMPLO de Cristo.
Jesus é o melhor exemplo de que fazer o bem é compensador.
A vida cristã é uma representação visível da vida e do ensino de Jesus.
Pois também Cristo sofreu pelos pecados uma vez por todas, o justo pelos injustos, para conduzir-nos a Deus. Ele foi morto no corpo, mas vivificado pelo Espírito” (1 Pedro 3.18).
Conclusão
Para aqueles que sofriam uma dura perseguição por amor ao Evangelho, saber a razão pela qual sofriam era um grande consolo.
A questão é: se você for acusado de ser um cristão, haverá provas suficientes para condená-lo?
É melhor sofrer por fazer o bem, se for da vontade de Deus, do que por fazer o mal” (1 Pedro 3.17).
Dia 8/4/2018:
Use sua liberdade para fazer a diferença
Vivam como pessoas livres, mas não usem a liberdade como desculpa para fazer o mal; vivam como servos de Deus” (1 Pedro 2.16). 
1 Pedro 2.15-17 
A vida cristã é um convite a uma vida de LIBERDADE.
Foi para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gálatas 5.1).
Portanto, se o Filho os libertar, vocês de fato serão livres” (João 8.36).
A liberdade cristã não é uma autorização para que sejamos aquilo que achamos que podemos ser, mas uma oportunidade de nos tornarmos aquilo que Deus nos criou para ser.
Eis a liberdade cristã: na fé única que não nos converte em ociosos ou maldosos, antes, em homens que não necessitam obra alguma para obter a justificação e salvação” (Martinho Lutero, em Da liberdade cristã).
Paulo entendia sua liberdade em Cristo como oportunidade para SERVIR.
Porque, embora seja livre de todos, fiz-me escravo de todos, para ganhar o maior número possível de pessoas” (1 Coríntios 9.19).
A liberdade cristã revela o amor de Deus. Somente um Deus que ama de forma autêntica poderia deixar alguém livre.
Somos livres para viver a vida que recebemos como um dom. O que pode fazer a diferença é a decisão de vivê-la debaixo da graça, sob o cuidado divino, colocando em prática os ensinos e princípios encontrados nas Escrituras. Ninguém precisa de um patrulhamento sobre sua vida nem mesmo de um conjunto de regras religiosas para afirmar que vive de acordo com a vontade de Deus.
O que nos constitui como cristãos é o fato de que livremente ESCOLHEMOS viver a nova vida de Jesus por amor e em amor uns com os outros.
Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pedro 2.9).
Quando escolhemos livremente viver como cristãos no MUNDO, nos tornamos testemunhas da graça, anunciadores da graça e servos da graça a um mundo que se perdeu.
À medida que se aproximam dele, a pedra viva — rejeitada pelos homens, mas escolhida por Deus e preciosa para ele — vocês também estão sendo utilizados como pedras vivas na edificação de uma casa espiritual para serem sacerdócio santo, oferecendo sacrifícios espirituais aceitáveis a Deus, por meio de Jesus Cristo” (1 Pedro 2.4,5).
Sentidos de nossa liberdade:
1. Somos livres para escolher o BEM.
Se não nos esforçarmos para fazer o bem, facilmente seremos seduzidos pela lógica da maldade que influencia o nosso tempo.
Essa lógica da maldade é formadora de toda mentalidade individualista e hedonista que tem orientado a ação das pessoas. Para tais pessoas o que tem valor é o que dá prazer individual e o que nasce de um sentimento individual.
Livrem-se, pois, de toda maldade e de todo engano, hipocrisia, inveja e toda espécie de maledicência” (1 Pedro 2.1).
2. Somos livres para buscar o nosso CRESCIMENTO pessoal.
Se queremos experimentar uma mudança em nossa forma de viver no mundo, precisamos encontrar outras fontes que nos alimentam e quem podem nutrir novas possibilidades de uma vida mais digna.
Como crianças recém-nascidas, desejem de coração o leite espiritual puro, para que por meio dele cresçam para a salvação, agora que provaram que o Senhor é bom” (1 Pedro 2.2,3).
3. Somos livres para nos relacionarmos em COMUNHÃO.
Nossa liberdade só pode ser plena se a vivemos em uma relação com o outro.
Liberdade que ofende ou oprime o outro é crueldade.
Tratem a todos com o devido respeito: amem os irmãos, temam a Deus e honrem o rei” (1 Pedro 2.17).
4. Somos livres para SEGUIRMOS a Jesus.
O seguimento de Jesus não é um caminho para você se livrar da condenação futura, mas para vivermos aqui a nossa realização como pessoas.
Para isso vocês foram chamados, pois também Cristo sofreu no lugar de vocês, deixando-lhes exemplo, para que sigam os seus passos” (1 Pedro 2.21).
Conclusão
A nova vida em Cristo é uma vida de liberdade. Por essa razão, ela é tanto uma forma de experimentarmos a justiça como também a cura para aquilo que nos oprime.
Ele mesmo levou em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, a fim de que morrêssemos para os pecados e vivêssemos para a justiça; por suas feridas vocês foram curados” (1 Pedro 2.24).
Dia 1/4/2018:
Supere a tentação de se amoldar aos padrões da cultura atual
Portanto, estejam com a mente preparada, prontos para a ação; sejam sóbrios e coloquem toda a esperança na graça que lhes será dada quando Jesus Cristo for revelado” (1 Pedro 1.13). 
1 Pedro 1.13-17 
Como cristãos, somos desafiados constantemente a TESTEMUNHAR de nossa fé e da vida transformada que afirmamos ter diante de um mundo plural.
A cultura contemporânea, marcada pela pluralidade e pela fragmentação, não compreende nem aceita a proposta de nova vida do evangelho.
O apóstolo Pedro escreve sua primeira carta a cristãos que sofriam as consequências de um mundo hostil ao evangelho.
A ênfase da Primeira Carta de Pedro era proporcionar uma mensagem de encorajamento e consolo para cristãos que começavam a enfrentar uma dura perseguição por causa da sua fé.
Ela era destinada aos cristãos que se encontravam dispersos pela Ásia Menor, atual Turquia.
Pedro, apóstolo de Jesus Cristo, aos eleitos de Deus, peregrinos dispersos no Ponto, na Galácia, na Capadócia, na província da Ásia e na Bitínia” (1 Pedro 1.1).
A carta foi escrita entre os anos 60 e 65, período em que Nero governava Roma e promoveu a primeira grande perseguição aos cristãos.
Para passar por aquelas circunstâncias, os cristãos precisavam desenvolver uma atitude que demonstrasse sua firmeza no seguimento de Jesus.
Os costumes, valores e princípios que marcam a cultura de um tempo lançam apelos para que nos envolvamos de tal modo que se torna difícil desenvolver uma conduta cristã autêntica.
Não dá para se dizer que é um SEGUIDOR de Jesus e viver de acordo com padrões e valores que contrariam a proposta do evangelho.
Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12.2).
Três razões para fugirmos dos padrões da cultura atual:
a) Temos uma ESPERANÇA maior.
Os padrões culturais contemporâneos são baseados na transitoriedade, no efêmero, no instante vivido. A vida cristã é uma experiência de realização histórica, que nos aponta para o futuro.
Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo! Conforme a sua grande misericórdia, ele nos regenerou para uma esperança viva, por meio da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança que jamais poderá perecer, macular-se ou perder o seu valor. Herança guardada nos céus para vocês” (1 Pedro 1.3,4).
b) Fomos REDIMIDOS por alto preço.
A cultura contemporânea enfatiza a autossuficiência do indivíduo, a autonomia da pessoa em superar seus próprios problemas. O evangelho é um convite para que reconheçamos a nossa incapacidade de darmos conta de nossa própria condição de perdido.
Pois vocês sabem que não foi por meio de coisas perecíveis como prata ou ouro que vocês foram redimidos da sua maneira vazia de viver que lhes foi transmitida por seus antepassados, mas pelo precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem mancha e sem defeito” (1 Pedro 1.18,19).
c) Temos um chamado para um grande COMPROMISSO.
A cultura contemporânea valoriza a individualidade sobre a vida comunitária. O evangelho, porém, nos chama ao resgate da comunhão através da prática do amor.
Agora que vocês purificaram as suas vidas pela obediência à verdade, visando ao amor fraternal e sincero, amem sinceramente uns aos outros e de todo o coração” (1 Pedro 1.22).
A proposta de vida do evangelho sempre esteve na contramão do espírito da cultura vigente em cada época, e isso se aplica para os dias atuais também.
Três princípios para orientar nossa ação no mundo:
1. Não adotar os VALORES da cultura atual para orientar a própria vida.
Os valores da cultura atual produzem uma mentalidade dissociada das condições concretas que cercam nossas relações. Não se dar conta das causas e consequências de nossas ações é a maior de todas as ignorâncias.
Como filhos obedientes, não se deixem amoldar pelos maus desejos de outrora, quando viviam na ignorância” (1 Pedro 1.14).
2. Ser a DIFERENÇA que o mundo precisa.
A cultural contemporânea promove o consumismo e o culto à aparência. Andar na contramão dessa tendência é redescobrir nosso valor como pessoas de forma integral.
Mas, assim como é santo aquele que os chamou, sejam santos vocês também em tudo o que fizerem” (1 Pedro 1.15).
3. Aproveitar bem as OPORTUNIDADES para exercer influência com o evangelho.
O evangelho não propõe uma bênção para o futuro simplesmente. Ele nos chama para vivermos de forma autêntica a nossa história e tomarmos parte do presente de forma dinâmica.
Uma vez que vocês chamam Pai aquele que julga imparcialmente as obras de cada um, portem-se com temor durante a jornada terrena de vocês” (1 Pedro 1.17).
Conclusão
Fomos resgatados de uma maneira fútil de viver, não para desfrutarmos das bênçãos da redenção no além, mas para experimentarmos uma vida nova no presente.
A nova vida que Jesus nos proporciona é vida que se vive no contexto da história para produzir frutos de libertação para o mundo no qual estamos inseridos.
Pois vocês foram regenerados, não de uma semente perecível, mas imperecível, por meio da palavra de Deus, viva e permanente” (1 Pedro 1.23).

Café com Palavra:

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Aos domingos, 18h, o programa de estudos bíblicos da gente.

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