Recursos

Esboços de mensagens da Série "40 Dias de Oração"
Veja também os Boletins Semanais em Estudos >>
Em 3/12/2017 - Quinta Semana:
Oração e compromisso com a justiça
A alguns que confiavam em sua própria justiça e desprezavam os outros, Jesus contou esta parábola: ‘Dois homens subiram ao templo para orar; um era fariseu e o outro, publicano. O fariseu, em pé, orava no íntimo: Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros homens: ladrões, corruptos, adúlteros; nem mesmo como este publicano. Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho. Mas o publicano ficou à distância. Ele nem ousava olhar para o céu, mas batendo no peito, dizia: Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador. Eu lhes digo que este homem, e não o outro, foi para casa justificado diante de Deus. Pois quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado’” (Lucas 18.9-14). 
Jesus sempre soube que podemos fazer da oração um instrumento para atender nossos próprios INTERESSES.
A falta de oração não se constitui em um PROBLEMA tão grave para a nossa espiritualidade como a maneira equivocada com que oramos.
A parábola do fariseu e do publicano teve o propósito claro de atingir aqueles que elogiam a si mesmos e desprezam o outro.
Jesus escolheu duas figuras públicas da sociedade que eram antagônicas entre si: um fariseu, que expressava a essência da religiosidade judaica, e um publicano, que era a expressão do que poderia haver de pior naquela mesma sociedade. Ambos foram ao templo, um espaço público para orar. E cada um demonstrou em sua atitude de oração como compreendiam a si mesmos e como isso afetava sua relação com Deus.
A figura do FARISEU representa o sujeito que admira a si mesmo. É aquela pessoa que se coloca como juiz naquelas situações morais em que é preciso decidir entre o bem e o mal.
Jesus assume uma atitude contra toda forma de julgamento exatamente por que ele não veio para julgar a humanidade, mas para salvá-la.
Não julguem, e vocês não serão julgados. Não condenem, e não serão condenados. Perdoem, e serão perdoados” (Lucas 6.37).
Os fariseus eram os que se chamavam homens de bem da sociedade, religiosos devotos e guardiães da moral e dos bons costumes. Eram notáveis em suas orações públicas.
O fariseu da parábola se achava digno e merecedor de estar no templo como um lugar santo por causa da maneira como julgava conduzir sua vida. Por isso ele orava para si mesmo.
Entre as muitas acusações proferidas contra os fariseus, Jesus assim se referiu a eles:
Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas! Vocês são como sepulcros caiados: bonitos por fora, mas por dentro estão cheios de ossos e de todo tipo de imundície. Assim são vocês: por fora parecem justos ao povo, mas por dentro estão cheios de hipocrisia e maldade” (Mateus 23.27,28).
A figura do PUBLICANO representa o sujeito que examina a si mesmo e se reconhece em sua incompletude como alguém carente da graça e da compaixão divina.
Tem misericórdia de mim, ó Deus, por teu amor; por tua grande compaixão apaga as minhas transgressões” (Salmos 51.1).
Os publicanos eram os cobradores de impostos. De um modo geral, eram pessoas de origem humilde, que não tinham oportunidades de trabalho digno, que viam na coleta de impostos para os romanos uma atividade rentável. Para os judeus, isso era uma afronta, pois tiravam do seu próprio povo para entregar aos dominadores estrangeiros. Além disso, a prática dos publicanos era marcada por atos de corrupção de forma visível. A figura do publicano estava associada a de um ladrão.
O publicano da parábola se sentia indigno de estar no templo pelo fato de que sua vida estava longe de atingir os propósitos divinos. Ele ficou de longe e batia no próprio peito clamando por misericórdia.
Jesus foi acusado de ser amigo de pecadores e publicanos.
Veio o Filho do homem, comendo e bebendo, e vocês dizem: ‘Aí está um comilão e beberrão, amigo de publicanos e pecadores’” (Lucas 7.34).
Jesus propõe o exercício de examinar-se a si mesmo como uma forma de conhecer a vontade Deus para a sua própria vida.
Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão, e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho? Como você pode dizer ao seu irmão: ‘Deixe-me tirar o cisco do seu olho’, quando há uma viga no seu? Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho, e então você verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão” (Mateus 7.3-5).
Um conselho antigo aos cristãos: “Que o forte proteja o fraco; que o fraco respeite o forte; que o rico ajude o pobre; que o pobre dê graças a Deus, que lhe deu com que suprir sua insuficiência; que o sábio mostre sua sabedoria, não em palavras, mas em boas ações; que o humilde não dê testemunho de si mesmo, mas espere dos outros a aprovação”. Clemente de Roma em sua carta, no século II da era cristã.
Jesus acolhe ao pecador em sua ANGÚSTIA, mas rejeita aquele que justifica a si mesmo.
A oração sincera que Jesus nos recomenda é aquela em que se deseja a realização da JUSTIÇA em qualquer circunstância.
Como orar com compromisso com a justiça?
Na oração do fariseu encontramos a antítese da oração, segundo Jesus.
1. SUPERANDO a pretensão de ser melhor do que os outros.
Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros homens”
Pessoas religiosas são sempre tentadas a se acharem melhor do que as outras.
Cada um examine os próprios atos, e então poderá orgulhar-se de si mesmo, sem se comparar com ninguém” (Gálatas 6.4).
2. RECONHECENDO nossa própria condição humana.
[não sou como] ladrões, corruptos, adúlteros; nem mesmo como este publicano”
O ser humano é um projeto incompleto. A salvação em Cristo é o que nos permite viver humanamente diante de Deus.
Então gritei: Ai de mim! Estou perdido! Pois sou um homem de lábios impuros e vivo no meio de um povo de lábios impuros; e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos!” (Isaías 6.5).
3. DESENVOLVENDO uma espiritualidade saudável.
Jejuo duas vezes por semana”
Uma religiosidade que não inclui o outro não passa de uma ilusão.
Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus” (Mateus 5.16).
4. CONFIANDO unicamente na graça divina.
e dou o dízimo de tudo quanto ganho”
Não há nada que possamos fazer para alterar o modo como Deus cuida de nós.
Aproximem-se de Deus, e ele se aproximará de vocês! Pecadores, limpem as mãos, e vocês, que têm a mente dividida, purifiquem o coração” (Tiago 4.8).
Conclusão
Jesus afirmou que quem voltou para casa justificado foi o que se humilhou.
Orar é humilhar-se diante do único que pode nos elevar até sua presença.
Portanto, humilhem-se debaixo da poderosa mão de Deus, para que ele os exalte no tempo devido” (1 Pedro 5.6). 
Reflexões para Pequenos Grupos:
1. Como podemos identificar atitudes semelhante a dos fariseus em nossos dias atuais?
2. A parábola do fariseu e publicano foi dirigida àqueles que confiam em sua própria justiça e desprezam os outros. O que essa parábola tem a ver com você?
3. Como seria tratada uma pessoa, cujo modo de vida é semelhante à dos publicanos do tempo de Jesus, caso ela viesse a um templo religioso hoje?
4. Como você interpreta a frase final de Jesus: Pois quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado”? 
Guia de Leitura Diária:
29° dia
Tem misericórdia de mim, ó Deus, por teu amor; por tua grande compaixão apaga as minhas transgressões” (Salmos 51.1).
30° dia
Não julguem, e vocês não serão julgados. Não condenem, e não serão condenados. Perdoem, e serão perdoados” (Lucas 6.37).
31° dia
Cada um examine os próprios atos, e então poderá orgulhar-se de si mesmo, sem se comparar com ninguém” (Gálatas 6.4).
32° dia
Então gritei: Ai de mim! Estou perdido! Pois sou um homem de lábios impuros e vivo no meio de um povo de lábios impuros; e os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos!” (Isaías 6.5).
33° dia
Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus” (Mateus 5.16).
34° dia
Aproximem-se de Deus, e ele se aproximará de vocês! Pecadores, limpem as mãos, e vocês, que têm a mente dividida, purifiquem o coração” (Tiago 4.8).
35° dia
Portanto, humilhem-se debaixo da poderosa mão de Deus, para que ele os exalte no tempo devido” (1 Pedro 5.6). 
Motivo de Oração da Semana:
Ore pelo nosso país, seus governantes, legisladores e magistrados, para que governem o país com justiça e com oportunidades iguais para todos. 
Em 26/11/2017 - Quarta Semana:
Oração e intimidade com Deus
Ali ele foi transfigurado diante deles. Sua face brilhou como o sol, e suas roupas se tornaram brancas como a luz” (Mateus 17.2). 
A vida de oração de Jesus era marcada pela INTIMIDADE com o Pai.
A transfiguração é considerada como um dos marcos significativos da natureza divina e humana de Jesus. Os outros são o batismo, a crucificação, a ressurreição e a ascensão aos céus.
A transfiguração de Jesus foi marcada por quatro fatos relevantes:
a) Jesus escolheu para estar com eles três dos seus discípulos mais íntimos: Pedro, Tiago e João.
b) A maneira como Jesus foi transfigurado tem a ver com a sua própria condição: ele resplandeceu e suas vestes se tornaram brancas como demonstrações de sua glória.
c) As figuras de Moisés e Elias aparecem como representações da lei e dos profetas.
d) A experiência no monte da transfiguração revela o modo trino de Deus: o Pai, o Filho e o Espírito Santo estão presentes.
Enquanto ele ainda estava falando, uma nuvem resplandecente os envolveu, e dela saiu uma voz, que dizia: ‘Este é o meu Filho amado em quem me agrado. Ouçam-no!’” (Mateus 17.5).
A experiência de Jesus no monte da transfiguração é um modo simbólico de nos revelar tanto a natureza messiânica de Jesus, quanto a respeito do lugar da lei e da profecia em nossa relação com Deus. Ela nos ajuda a buscar mais proximidade e maior intimidade com Deus.
A transfiguração aconteceu seis dias após Jesus ter discutido com fariseus e saduceus sobre a vida futura e ter dialogado com seus discípulos sobre sua missão, o papel da vida em comunhão e a salvação.
Em meio a essa experiência de confrontação, Pedro reconheceu que Jesus é o Cristo e, mediante essa confissão, o próprio mestre passou a relatar sua trajetória até a morte.
A experiência dos discípulos com Jesus no monte da transfiguração foi tão significativa que eles quiseram fazer tendas para permanecerem ali.
“Então Pedro disse a Jesus: ‘Senhor, é bom estarmos aqui. Se quiseres, farei três tendas: uma para ti, uma para Moisés e outra para Elias’” (Mateus 17.4).
Isso marcou a vida daqueles que tomaram parte daquele momento único, tanto que Pedro registrou esse fato como uma evidência da validade de seu testemunho.
De fato, não seguimos fábulas engenhosamente inventadas, quando lhes falamos a respeito do poder e da vinda de nosso Senhor Jesus Cristo; pelo contrário, nós fomos testemunhas oculares da sua majestade. Ele recebeu honra e glória da parte de Deus Pai, quando da suprema glória lhe foi dirigida a voz que disse: ‘Este é o meu filho amado, em quem me agrado’. Nós mesmos ouvimos essa voz vinda do céu, quando estávamos com ele no monte santo” (2 Pedro 1.16-18).
A transfiguração é um evento que só dá para ser compreendido a partir da mística. É a partir da experiência mística que podemos compreender aquilo que a nossa razão não consegue explicar e, assim, podemos encontrar motivos para ir além.
A transformação que precisamos experimentar não se dá a partir de um conhecimento doutrinário, mas da experiência mística de intimidade com Deus em meio à oração.
A experiência de Jesus no monte da transfiguração ajudou a preparar a Jesus e seus discípulos para o fim que estava se aproximando.
A vida oração tem uma relação direta com a maneira como ouvimos Deus falar conosco e como permitimos que o poder de Deus se realize em nossa vida.
A oração não se resume a um discurso de pessoas SANTAS, mas em um exercício de aproximação com o Pai.
Não são nossos pedidos legítimos ao Pai Nosso que validam nossa oração, mas o modo como reconhecemos a presença e poder de Deus entre nós.
A oração não é um exercício solitário. A trindade divina vem a nós e está atenta ao clamor daquele que foi acolhido como filho.
A experiência da oração envolve não só a realidade vivida, mas também a transcendência. Não podemos ignorar o fato de que nossa relação com Deus se dá tanto na vida cotidiana quanto na esperança no que está além de nós.
A transfiguração lembra a união da natureza HUMANA com o divino, do temporal com o eterno, do presentificado e do transcendente.
Que Deus tenha misericórdia de nós e nos abençoe, e faça resplandecer o seu rosto sobre nós, para que sejam conhecidos na terra os teus caminhos, a tua salvação entre todas as nações” (Salmos 67.1,2).
Como desenvolver mais intimidade em nossa relação com Deus?
1. Mais COMUNHÃO no Espírito.
O Espírito Santo nos é dado como um presente – ou um dom – para que possamos viver a vida para a qual fomos criados.
“E todos nós, que com a face descoberta contemplamos a glória do Senhor, segundo a sua imagem estamos sendo transformados com glória cada vez maior, a qual vem do Senhor, que é o Espírito” (2 Coríntios 3.18).
2. Mais IDENTIDADE com Cristo.
O projeto de Deus é nos fazer parecidos com Jesus.
Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim” (Gálatas 2.20).
3. Mais CONFIANÇA no poder Deus.
Deus disponibiliza a nós todo seu poder a fim de que sejamos canal de bênçãos para um mundo em crise.
Esse poder ele exerceu em Cristo, ressuscitando-o dos mortos e fazendo-o assentar-se à sua direita, nas regiões celestiais, muito acima de todo governo e autoridade, poder e domínio, e de todo nome que se possa mencionar, não apenas nesta era, mas também na que há de vir” (Efésios 1.20,21).
Conclusão
Nossa intimidade com Deus se dá muito mais pela maneira como vivemos no mundo do que pelas coisas que fazemos por causa da religião a que pertencemos.
Se sabemos diante de quem estamos, muitas de nossas atitudes deveriam ter outras conotações. Nossa maneira de viver deve expressar a glória daquele com quem nos relacionamos em nossa intimidade.
“Pois em Cristo habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (Colossenses 2.9). 
Reflexões para Pequenos Grupos:
1. Como você descreveria sua experiência de oração pessoal?
2. O que significa para você ter intimidade com Deus?
3. O que você acha mais importante: orar individualmente ou em companhia de outras pessoas?
4. O que faz com que uma pessoa tenha mais intimidade com Deus em oração do que outras? 
Guia de Leitura Diária:
22° dia
Ali ele foi transfigurado diante deles. Sua face brilhou como o sol, e suas roupas se tornaram brancas como a luz” (Mateus 17.2).
23° dia
De fato, não seguimos fábulas engenhosamente inventadas, quando lhes falamos a respeito do poder e da vinda de nosso Senhor Jesus Cristo; pelo contrário, nós fomos testemunhas oculares da sua majestade. Ele recebeu honra e glória da parte de Deus Pai, quando da suprema glória lhe foi dirigida a voz que disse: ‘Este é o meu filho amado, em quem me agrado’. Nós mesmos ouvimos essa voz vinda do céu, quando estávamos com ele no monte santo” (2 Pedro 1.16-18).
24° dia
“E todos nós, que com a face descoberta contemplamos a glória do Senhor, segundo a sua imagem estamos sendo transformados com glória cada vez maior, a qual vem do Senhor, que é o Espírito” (2 Coríntios 3.18).
25° dia
Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim” (Gálatas 2.20).
26° dia
Esse poder ele exerceu em Cristo, ressuscitando-o dos mortos e fazendo-o assentar-se à sua direita, nas regiões celestiais, muito acima de todo governo e autoridade, poder e domínio, e de todo nome que se possa mencionar, não apenas nesta era, mas também na que há de vir” (Efésios 1.20,21).
27° dia
Que Deus tenha misericórdia de nós e nos abençoe, e faça resplandecer o seu rosto sobre nós, para que sejam conhecidos na terra os teus caminhos, a tua salvação entre todas as nações” (Salmos 67.1,2).
28° dia
Quero, pois, que os homens orem em todo lugar, levantando mãos santas, sem ira e sem discussões” (1 Timóteo 2.8).
Motivo de Oração da Semana:
Orar pela cidade, ressaltando a necessidade de superação da violência, dos problemas ligados à vida urbana e às relações comunitárias.
Em 19/11/2017 - Terceira Semana:
Oração em tempos de angústia
Então Jesus foi levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo” (Mateus 4.1). 
Jesus também experimentou um tempo de 40 dias de oração quando foi levado ao deserto para ser TENTADO.
O fato de Jesus ter sido levado ao deserto é simbólico: se queremos nos deslocar para o lugar e a condição que Deus tem preparado para nós, temos que passar pelo deserto.
A Bíblia relata várias experiências de pessoas que passaram pelo deserto para experimentar o cuidado divino e construir nossa confiança em seu poder:
a) Quando Adão foi expulso do paraíso, foi mandado para um lugar onde precisaria cultivar o solo seco e árido.
b) Foi no deserto que Moisés teve uma experiência de encontro com Deus.
c) O povo de Israel peregrinou pelo deserto para chegar a Canaã.
d) Deus é apresentado como aquele que tem o poder de transformar o deserto em mananciais.
Pois derramarei água na terra sedenta, e torrentes na terra seca; derramarei meu Espírito sobre sua prole, e minha bênção sobre seus descendentes” (Isaías 44.3).
O deserto é o lugar onde nos encontramos tal como somos, sem nenhum RECURSO ou subterfúgio, em que somente podemos contar com o cuidado divino, e nada mais.
O deserto como metáfora corresponde a um tempo de preparação e redimensionamento da vida. O deserto corresponde a uma transição entre o estado em que me encontro e o estado em que Deus gostaria que eu estivesse. Portanto, é nesse tempo em que tenho a possibilidade tanto de demonstrar a minha confiança em Deus quanto ouvir a voz do mal.
Quando se está só, enfrentando sua própria dor e seus conflitos pessoais, esse é o momento de ouvir a voz de Deus e de tomar a decisão de confiar no poder de Deus. Ou é isso, ou nada.
Quando Deus nos conduz ao deserto, é para tratar com carinho a nossa própria condição humana.
“Portanto, agora vou atraí-la; vou levá-la para o deserto e falar-lhe com carinho” (Oséias 2.14).
Ao final de sua jornada de oração e jejum. Jesus sentiu todo o peso da sua humanidade: ele teve fome.
Depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome” (Mateus 4.2).
A tentação de Jesus no deserto revela o ambiente de nossas próprias tentações:
a) Nossas CARÊNCIAS.
b) Nossos DESEJOS.
c) Nossas PAIXÕES.
O problema não é ser tentado, mas a maneira como damos nosso jeito para SUPERAR as tentações.
Durante o tempo no deserto, somos levados a um aprendizado a respeito de como podemos ser mais solidários, mais generosos e mais dependentes do cuidado divino.
Em toda a aflição do seu povo ele também se afligiu, e o anjo da sua presença os salvou. Em seu amor e em sua misericórdia ele os resgatou; foi ele que sempre os levantou e os conduziu nos dias passados” (Isaías 63.9).
O maior aprendizado que podemos ter durante o tempo do deserto é perceber que é o Espírito Santo que nos conduz até mesmo nas horas mais difíceis.
Faces da tentação:
1. Somos tentados a USAR o poder de Deus.
Se você é o Filho de Deus, mande que estas pedras se transformem em pães” (Mateus 4.3).
Jesus foi tentado a encontrar mecanismos para se apoderar do divino como uma ferramenta a seu favor.
Jesus respondeu: Está escrito: ‘Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus’” (Mateus 4.4).
2. Somos tentados a CONTROLAR o poder de Deus.
Se você é o Filho de Deus, jogue-se daqui para baixo. Pois está escrito: ‘Ele dará ordens a seus anjos a seu respeito, e com as mãos eles o segurarão, para que você não tropece em alguma pedra’” (Mateus 4.6).
Jesus foi tentado a acreditar que seria capaz de fazer aquilo que só Deus faz.
Jesus lhe respondeu: Também está escrito: ‘Não ponha à prova o Senhor, o seu Deus’” (Mateus 4.7).
3. Somos tentados a BARGANHAR com o poder de Deus.
Tudo isto lhe darei, se você se prostrar e me adorar” (Mateus 4.9).
Jesus foi tentado a substituir o poder de Deus em sua vida pela sua própria capacidade de controle e de realização pessoal.
Jesus lhe disse: Retire-se, Satanás! Pois está escrito: ‘Adore o Senhor, o seu Deus e só a ele preste culto’” (Mateus 4.10).
Conclusão
O caminho pelo deserto não é fácil. O período no deserto é marcado pela limitação e a escassez, mas é lá que podemos experimentar melhor o cuidado de Deus por nós.
A nossa vitória não está no deserto, mas no que Deus tem preparado para nós após o deserto.
“Amados, não se surpreendam com o fogo que surge entre vocês para os provar, como se algo estranho lhes estivesse acontecendo” (1 Pedro 4.12). 
Reflexões para Pequenos Grupos:
1. Você já passou por alguma experiência na vida em que se sentiu como es estivesse em um deserto?
2. De que maneira podemos usar o poder de Deus de acordo com nossos interesses?
3. Em que situações podemos agir fazendo as coisas que só Deus seria capaz?
4. Podemos ter o controle de todas as coisas em nossa vida? Por quê? 
Guia de Leitura Diária:
15° dia
“Portanto, agora vou atraí-la; vou levá-la para o deserto e falar-lhe com carinho” (Oséias 2.14).
16° dia
Em toda a aflição do seu povo ele também se afligiu, e o anjo da sua presença os salvou. Em seu amor e em sua misericórdia ele os resgatou; foi ele que sempre os levantou e os conduziu nos dias passados” (Isaías 63.9).
17° dia
“Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão e foi levado pelo Espírito ao deserto, onde, durante quarenta dias, foi tentado pelo diabo. Não comeu nada durante esses dias e, ao fim deles, teve fome” (Lucas 4.1,2).
18° dia
Pois derramarei água na terra sedenta, e torrentes na terra seca; derramarei meu Espírito sobre sua prole, e minha bênção sobre seus descendentes” (Isaías 44.3).
19° dia
Jesus lhe respondeu: Também está escrito: ‘Não ponha à prova o Senhor, o seu Deus’” (Mateus 4.7).
20° dia
Jesus lhe disse: Retire-se, Satanás! Pois está escrito: ‘Adore o Senhor, o seu Deus e só a ele preste culto’” (Mateus 4.10).
21° dia
"Amados, não se surpreendam com o fogo que surge entre vocês para os provar, como se algo estranho lhes estivesse acontecendo” (1 Pedro 4.12). 
Motivo de Oração da Semana:
Minha vida de compromisso com a igreja a que pertenço: seus programas, sua liderança e seus desafios.
Em 12/11/2017 - Segunda Semana:
O estilo de oração de Jesus
Durante os seus dias de vida na terra, Jesus ofereceu orações e súplicas, em alta voz e com lágrimas, àquele que o podia salvar da morte, sendo ouvido por causa da sua reverente submissão” (Hebreus 5.7). 
Jesus fez da oração seu ESTILO de vida.
No evangelho de Lucas encontramos várias situações que demonstravam o estilo de oração de Jesus:
a) Jesus fazia da oração um momento de retiro. “Mas Jesus retirava-se para lugares solitários, e orava” (Lucas 5.16).
b) Jesus orava de forma perseverante. Num daqueles dias, Jesus saiu para o monte a fim de orar, e passou a noite orando a Deus” (Lucas 6.12).
c) Jesus fazia da oração um tempo de reflexão. Certa vez Jesus estava orando em particular, e com ele estavam os seus discípulos; então lhes perguntou: ‘Quem as multidões dizem que eu sou?’” (Lucas 9.18).
d) Jesus fazia da oração um tempo de comunhão. Aproximadamente oito dias depois de dizer essas coisas, Jesus tomou consigo a Pedro, João e Tiago e subiu a um monte para orar” (Lucas 9.28).
e) Jesus tinha seus lugares determinados de oração. Certo dia Jesus estava orando em determinado lugar [...]” (Lucas 11.1).
A principal razão pela qual Jesus fez da oração seu estilo de vinda está relacionada à LUTA interior entre a sua vontade humana e a realização da vontade de Deus.
Como de costume, Jesus foi para o monte das Oliveiras, e os seus discípulos o seguiram” (Lucas 22.39).
Jesus orou antes de tomar grandes DECISÕES, em meio às muitas provações e até mesmo na hora da morte.
“Jesus bradou em alta voz: ‘Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito’. Tendo dito isso, expirou” (Lucas 23.46).
A carta aos Hebreus deixa claro que Jesus enfrentou todas as dificuldades que qualquer um de nós enfrentamos, mas nunca deixou de ser vencido pelo mal e procurou ser fiel em sua relação com o Pai.
Por essa razão era necessário que ele se tornasse semelhante a seus irmãos em todos os aspectos, para se tornar sumo sacerdote misericordioso e fiel com relação a Deus e fazer propiciação pelos pecados do povo” (Hebreus 2.17).
Jesus compreende nossas lutas e fraquezas porque já as vivenciou em sua humanidade de forma vitoriosa.
Pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado” (Hebreus 4.15).
Por essa razão, podemos confiar no seu cuidado e no seu poder que nos encoraja a enfrentar as nossas fraquezas também.
Ele é capaz de se compadecer dos que não têm conhecimento e se desviam, visto que ele próprio está sujeito à fraqueza” (Hebreus 5.2).
Jesus demonstrou com sua própria vida que a oração não é uma CONVERSA entre iguais, mas uma relação entre aquele que nada pode com quem tudo pode.
O que podemos aprender com o estilo de oração de Jesus:
1. A oração é a expressão de nossa HUMANIDADE.
Jesus assumiu plenamente nossa humanidade. Ele sentiu dores, foi tomado pela angústia, acometido de ansiedade e de temor. Por isso encontrou refúgio em uma submissa atitude de oração.
“[...] Pai, eu te agradeço porque me ouviste” (João 11.41).
2. A oração deve ocupar lugar PRIVILEGIADO na vida.
A oração deve ser uma prioridade na vida de quem quer experimentar o melhor de Deus. Por isso deve ocupar um lugar privilegiado em nossa agenda. Jesus sabia que não havia nada mais importante e urgente do que buscar a Deus em oração.
Orem no Espírito em todas as ocasiões, com toda oração e súplica; tendo isso em mente, estejam atentos e perseverem na oração por todos os santos” (Efésios 6.18).
3. A oração é um ENSAIO para a eternidade.
A oração é uma experiência de comunicação com o sagrado. Se vamos passar a eternidade com o Senhor, podemos aprender a conversar com ele desde a nossa vida aqui. Jesus encontrou na oração uma alternativa ao sentimento de abandono e solidão.
O fim de todas as coisas está próximo. Portanto, sejam criteriosos e sóbrios; dediquem-se à oração” (1 Pedro 4.7).
Conclusão
Ao assumir nossa humanidade, Jesus agiu como um filho em perfeita harmonia com o Pai. Como filho, viveu em constante conexão com Deus e em completa submissão e obediência à vontade amorosa do Pai.
“[Jesus ensinou que seus discípulos] deviam orar sempre e nunca desanimar” (Lucas 18.1). 
Reflexões para Pequenos Grupos: 
1. Qual a maior dificuldade que você enfrenta para fazer da oração um estilo de vida?
2. O que significa para você orar sem cessar?
3. Jesus orou na condição de filho, falando ao Pai com sinceridade e ternura em todas as situações. Se Jesus orou assim, por que nos dirigimos a Deus em oração somente quando precisamos de algo?
4. A oração não é uma conversa entre iguais. O que isso quer dizer para você? 
Guia de Leitura Diária:
8° dia
Esta é a confiança que temos ao nos aproximarmos de Deus: se pedirmos alguma coisa de acordo com a sua vontade, ele nos ouve. E se sabemos que ele nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que temos o que dele pedimos” (1 João 5.14,15).
9° dia
“Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus” (Filipenses 4.6).
10° dia
Durante os seus dias de vida na terra, Jesus ofereceu orações e súplicas, em alta voz e com lágrimas, àquele que o podia salvar da morte, sendo ouvido por causa da sua reverente submissão” (Hebreus 5.7).
11° dia
Pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, mas sim alguém que, como nós, passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado” (Hebreus 4.15).
12° dia
Orem no Espírito em todas as ocasiões, com toda oração e súplica; tendo isso em mente, estejam atentos e perseverem na oração por todos os santos” (Efésios 6.18).
13° dia
O fim de todas as coisas está próximo. Portanto, sejam criteriosos e sóbrios; dediquem-se à oração” (1 Pedro 4.7).
14° dia
Ele é capaz de se compadecer dos que não têm conhecimento e se desviam, visto que ele próprio está sujeito à fraqueza” (Hebreus 5.2). 
Motivo de Oração da Semana:
Meu relacionamento familiar: as necessidades espirituais, materiais e físicas dos meus familiares mais próximos (pai, mãe, cônjuge e filhos).
Em 5/11/2017 - Primeira Semana:
Aprendendo a orar com Jesus
Certo dia Jesus estava orando em determinado lugar. Tendo terminado, um dos seus discípulos lhe disse: ‘Senhor, ensina-nos a orar, como João ensinou aos discípulos dele’” (Lucas 11.1). 
Os discípulos pediram a Jesus que lhes ensinasse a orar porque eles observaram a IMPORTÂNCIA da oração em sua vida.
Jesus Cristo foi um homem de ORAÇÃO. Essa deveria ser a melhor motivação para termos uma vida intensa de oração.
Por que os discípulos pediram para que Jesus lhes ensinasse a orar?
a) A oração servia como uma marca de identidade do grupo a que pertenciam.
b) A oração era uma expressão pública de espiritualidade.
c) A oração de um mestre representava a essência de seu pensamento sobre Deus e o mundo.
d) O exemplo de oração de Jesus era contagiante e diferente dos costumes judaicos.
A principal razão para que os discípulos pedissem para que Jesus lhes ensinasse a orar era o fato de que o exemplo de Jesus era EXPRESSIVO.
A oração no judaísmo:
a) Um modo de ligação com Deus – a metáfora da escada de Jacó.
b) Um serviço a Deus com o coração – a busca de uma vida digna diante de Deus.
c) Uma união com Deus – a metáfora de uma vela.
O judaísmo desenvolveu o costume de realizar orações três vezes ao dia: pela manhã, à tarde e à noite.
O aspecto principal da oração judaica está relacionado ao Shema Israel, que quer dizer “Ouve Israel”.
Ouça, ó Israel: O Senhor, o nosso Deus, é o único Senhor. Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todas as suas forças” (Deuteronômio 6.4,5).
Para o rabino e filósofo Abraham Joshua Heschel, a oração é a essência da vida religiosa.
Jesus não seguia o modelo rígido da oração judaica, mas fez da oração uma MARCA significativa de sua espiritualidade.
E quando vocês orarem, não sejam como os hipócritas. Eles gostam de ficar orando em pé nas sinagogas e nas esquinas, a fim de serem vistos pelos outros. Eu lhes asseguro que eles já receberam sua plena recompensa” (Mateus 6.5).
No Sermão do Monte, Jesus recomendou que a oração deve ser um exercício PESSOAL e SINCERO.
Mas quando você orar, vá para seu quarto, feche a porta e ore a seu Pai, que está no secreto. Então seu Pai, que vê no secreto, o recompensará. E quando orarem, não fiquem sempre repetindo a mesma coisa, como fazem os pagãos. Eles pensam que por muito falarem serão ouvidos. Não sejam iguais a eles, porque o seu Pai sabe do que vocês precisam, antes mesmo de o pedirem” (Mateus 6.6-8).
O que Jesus ensinou a seus discípulos sobre oração? Veja como Lucas narra o que Jesus disse após o pedido dos discípulos:
1. Um modelo – Uma relação de INTIMIDADE com Deus.
A oração é um exercício de aproximação com o sagrado.
A oração modelo de Jesus nos remete a um diálogo sincero com Deus em que reconhecemos quem ele é e a nossa incapacidade de sermos como ele gostaria que fôssemos.
Ele lhes disse: Quando vocês orarem, digam: ‘Pai! Santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino’” (Lucas 11.2).
No modelo apresentado por Mateus, Jesus recomenda que tratemos a Deus como “Pai Nosso”.
2. Um convite – Uma atitude PERSEVERANTE.
A oração é uma atitude que deve fazer parte do nosso cotidiano em face das incertezas da vida.
Jesus comparou o cuidado divino ao incômodo de recebermos um amigo à meia-noite pedindo ajuda.
Por isso lhes digo: Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta” (Lucas 11.9,10).
3. Um confiança – A DISPOSIÇÃO de Deus em ouvir e atender as nossas orações.
A oração é um grito de socorro quando nos sentimos desamparados em meio às nossas circunstâncias difíceis.
Jesus comparou a maneira como Deus responde à oração ao cuidado amoroso de um pai diante do pedido de seu filho.
Se vocês, apesar de serem maus, sabem dar boas coisas aos seus filhos, quanto mais o Pai que está no céu dará o Espírito Santo a quem o pedir!” (Lucas 11.13).
Conclusão
Quem ora como Jesus ensinou, o faz a partir de uma experiência profunda de encontro com Deus.
A oração tem mais a ver com aquilo que Deus vê em nossa vida do que com aquilo que ele ouve.
Esta é a confiança que temos ao nos aproximarmos de Deus: se pedirmos alguma coisa de acordo com a sua vontade, ele nos ouve. E se sabemos que ele nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que temos o que dele pedimos” (1 João 5.14,15). 
Reflexões para Pequenos Grupos: 
1. Com que regularidade você ora?
2. Jesus teve uma vida intensa de oração. O quanto saber disse o motiva a uma vida de oração?
3. Qual a diferença da oração feita no templo e em público com a oração feita de forma individual, silenciosa e secreta?
4. Qual a maior dificuldade que você enfrenta para reserva um tempo diário de oração a sós com Deus? 
Guia de leitura diária:
1° dia
Certo dia Jesus estava orando em determinado lugar. Tendo terminado, um dos seus discípulos lhe disse: ‘Senhor, ensina-nos a orar, como João ensinou aos discípulos dele’” (Lucas 11.1).
2° dia
Ouça, ó Israel: O Senhor, o nosso Deus, é o único Senhor. Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todas as suas forças” (Deuteronômio 6.4,5).
3° dia
E quando vocês orarem, não sejam como os hipócritas. Eles gostam de ficar orando em pé nas sinagogas e nas esquinas, a fim de serem vistos pelos outros. Eu lhes asseguro que eles já receberam sua plena recompensa” (Mateus 6.5).
4° dia
Mas quando você orar, vá para seu quarto, feche a porta e ore a seu Pai, que está no secreto. Então seu Pai, que vê no secreto, o recompensará. E quando orarem, não fiquem sempre repetindo a mesma coisa, como fazem os pagãos. Eles pensam que por muito falarem serão ouvidos. Não sejam iguais a eles, porque o seu Pai sabe do que vocês precisam, antes mesmo de o pedirem” (Mateus 6.6-8).
5° dia
Ele lhes disse: Quando vocês orarem, digam: ‘Pai! Santificado seja o teu nome. Venha o teu Reino’” (Lucas 11.2).
6° dia
Por isso lhes digo: Peçam, e lhes será dado; busquem, e encontrarão; batam, e a porta lhes será aberta. Pois todo o que pede, recebe; o que busca, encontra; e àquele que bate, a porta será aberta” (Lucas 11.9,10).
7° dia
Se vocês, apesar de serem maus, sabem dar boas coisas aos seus filhos, quanto mais o Pai que está no céu dará o Espírito Santo a quem o pedir!” (Lucas 11.13). 
Motivo de oração da primeira semana:
- Minha vida de testemunho pessoal e de compromisso com Cristo.

Café com Palavra:

Café com Palavra:
Aos domingos, 18h, o programa de estudos bíblicos da gente.

Assista:

Venha:

Leia no blog do pastor Irenio, Filosofia e Espiritualidade: